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sábado, 11 de março de 2017

Servidor do Incra é assassinado em Marabá-PA


  Foi identificado como sendo Jair Pedroso, servidor do Instituto Nacional Colonização Reforma Agrária (Incra), em Marabá, a vítima de disparos de arma de fogo cujo corpo foi encontrado na manhã desta quarta-feira (8), à altura da localidade conhecida como Km 14, às margens da Rodovia Transamazônica (BR-230), sentido à Itupiranga.

  Por volta das 8 horas a Polícia Militar recebeu a informação de que havia um cadáver no matagal e o localizou. A equipe da Divisão de Homicídios da Polícia Civil foi ao local, assim como o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, que removeu o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). A identificação, no entanto, só foi possível à tarde, quando o automóvel da vítima, um Jeep Renegade de cor branca foi encontrado abandonado na área urbana de Marabá.

  De acordo com o capitão Diego Freitas, da Polícia Militar, próximo ao meio-dia uma guarnição da instituição recebeu a informação de que um veículo aparentava ter sido abandonado Bairro Jardim União. “A guarnição se deslocou ao local observou a situação e fizeram contato comigo. Fomos até lá e verificamos que dentro do veículo havia cartão de crédito, garrafa de cerveja, pertences pessoais, anotações e uma conta de energia, na qual verificamos um endereço”, informou o militar.

  Ainda de acordo com ele, em posse da fatura os policiais foram até o endereço apontado, um apartamento em um residencial no Bairro Belo Horizonte. Lá se depararam com o imóvel aberto e abandonado. “A porta estava aberta, sem marcas de invasão ou de arrombamento, a chave estava em cima da mesa. Verificamos com o proprietário do imóvel e ele nos indicou a casa da ex-companheira, que fica ao lado da casa da atual namorada dele”.

  Até então os policiais nem imaginavam que o carro pertencia à pessoa que havia sido encontrada morta mais cedo e pensavam se tratar de um automóvel roubado. “Tudo isso porque queríamos devolver o carro sem imaginarmos que era do mesmo cidadão. Elas foram à delegacia (Núcleo Cidade Nova) e no local foi mostrada uma foto do corpo da vítima, que foi reconhecido pela namorada. A partir daí encaminhados elas para a Divisão de Homicídios e apresentamos à situação delegada responsável, Raíssa Beleboni.

  “Temos poucos dados ou informações sobre o que pode ter acontecido, o que coletamos foi repassado para o Departamento de Homicídios. Como não tem marca de arrombamento ele pode ter sido atraído para alguma situação por alguém de confiança que o chamou e praticou o crime, mas a causas e o motivo a Polícia Civil vai investigar a partir de agora.

  O corpo passou pelo exame de necropsia do IML na tarde desta sexta. Colegas de trabalho estiveram no local e informaram que ele já era servidor do Incra há aproximadamente 10 anos e atuava em funções exteriores. Um dos amigos informou que havia falado com ele pela última vez no domingo e que a vítima não possuía bens, como terras, por exemplo, na região em que o corpo foi encontrado. Ninguém sabe informar o que pode ter motivado a execução.

  O reportagem não teve acesso à atual namorada e à ex-companheira da vítima que estiveram prestando informações na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil. A delegada responsável pela investigação informou, na noite de ontem, que está colhendo os primeiros depoimentos do caso e que a vítima havia sido vista pela última vez na quinta-feira (7). Em contato com a assessoria de comunicação do Incra em Marabá, a reportagem foi informado que o órgão ainda não tinha uma posição oficial acerca do ocorrido. 
(Luciana Marschall com informações de Josseli Carvalho/CT Online)


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