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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

SAMPAIO: Luiz Anacleto e Jailson são suspeitos de desvios de mais de R$ 1 milhão. Os dois foram presos por porte de arma


  O prefeito da cidade de Sampaio, Luiz Anacleto da Silva, prestou depoimento na sede da Polícia Federal, em Araguaína, durante toda a tarde desta quinta-feira, 15. Ele chegou ao local por volta das 12h. O gestor e o filho Jailson Marques, secretário de Administração e Finanças, foram presos porte ilegal de arma de fogo e munição.

  Eles também são investigados na operação Maginot que apura desvios de recursos públicos supostamente praticados pela prefeitura de Sampaio. Segundo a polícia, para cometer o crime, os políticos e servidores usavam uma empresa de fachada.

  Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e 9 de conduções coercitivas – quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento. O prefeito é suspeito de desviar mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos.

  Segundo a PF, o prefeito contratava uma empresa fantasma sem licitação para executar obras na cidade, mas na verdade o serviço era feito pelos próprios funcionários da Prefeitura.

  O funcionário da Prefeitura que executava as obras e pessoas identificadas no esquema como laranjas da empresa fantasma também foram conduzidas para prestar depoimento. Além do prefeito, três parentes dele estão envolvidos no esquema e teriam recebido dinheiro desviado: o sobrinho apontado como contador da empresa, o irmão e o filho, que é secretário de administração do município e suspeito de ser proprietário da empresa fantasma.

  A investigação começou no ano passado e, segundo a polícia, a empresa está registrada no nome de um servidor do município, mas foi identificada como de propriedade do secretário municipal de Administração e Finanças, filho do atual prefeito da cidade.

  A PF explica que a empresa era contratada mediante fraude em licitações, através de dispensa. Entretanto, as obras estariam sendo executadas pelos próprios servidores. As investigações apontam que o esquema funcionava desde 2013, mas não se descarta a possibilidade de que as fraudes aconteçam desde a criação da empresa em 2009. (Com informações do G1)

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