RUA LEONCIO PIRES DOURADO ESQUINA COM A RUA JOÃO PESSOA, BAIRRO BACURI

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Animais morrem de fome em zoológicos da Venezuela



A situação é reflexo de uma forte crise econômica que assola os venezuelanos
                         
                                 Imagem ilustrativa

  Cerca de 50 animais morreram nos últimos seis meses por não ter o que comer no maior zoológico de Caracas, na Venezuela, o Zoológico público de Caricuao. A denúncia foi feita por trabalhadores do Instituto Governamental que supervisiona parques e zoológicos públicos do país e noticiado hoje pela imprensa venezuelana.

  A situação é reflexo de uma forte crise econômica que assola os venezuelanos e torna produtos básicos de higiene e alimentação cada vez mais escassos.

 “Quando começou a escassear a comida no zoológico público de Caricuao, o maior da capital da Venezuela, os trabalhadores tiveram de complementar as dietas com mangas e cabaças, para saciar leões, tigres e até um elefante”, trouxe o diário El Nacional. Mas mesmo com todo o esforço, a quantidade de comida não foi suficiente, acarretando a morte desses 50 animais.

  Segundo o jornal, a representante do sindicato do Instituto Nacional de Parques (Inparques), Marlene Sifontes, contou que os animais “passaram quase 15 dias sem comer”, o que contribuiu para que a saúde deles só piorasse. Marlene disse ainda que o que acontece com os animais “é a metáfora do sofrimento dos venezuelanos”.

  De acordo com a publicação, antas, coelhos, aves, porcos vietnamitas e outros animais estão entre os mortos.

  A situação se repete nos demais zoológicos do país e, fora da capital, a realidade enfrentada pelos animais é ainda pior.

  O jornal informou que a maioria dos zoológicos na Venezuela são administrados pelo governo, o que os coloca totalmente dependentes de verbas públicas para funcionar. Mas frente à crise, a administração dos locais recorre à agricultores e comerciantes para conseguir frutas, verduras e carne para alimentar os animais.

  No zoológico de Paraguaná, no centro do país, entre os mais afetados estão seis ursos polares. Em situações comuns, eles deveriam ingerir 16kg de comida por dia. Diante da atual situação, ingerem apenas a metade.

Fonte: Jornal do Tocantins



Publicidade
Rua Piaui ao lado da Escola Técnica EQTEI

Nenhum comentário:

Postar um comentário